A estudante Ketellen Yara Ramos, do 8º período do curso de Serviço Social do Centro Universitário Fametro, foi selecionada para participar da COP30, conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em 2025, em Belém (PA).
Ketellen integrará a delegação como jovem liderança comunicadora da Amazônia, por meio de uma parceria entre o Instituto Rouanet e o Instituto Arumã, dentro do projeto Filhas da Floresta.
O projeto tem como objetivo dar visibilidade às jovens mulheres da Amazônia, levando suas histórias, iniciativas e soluções sustentáveis para além das fronteiras da região. A COP30 será um espaço internacional de diálogo onde essas vozes poderão ser ouvidas e reconhecidas.
Segundo Ketellen, participar da conferência representa a oportunidade de conectar o olhar do Serviço Social às pautas ambientais, com foco na justiça social e na defesa dos direitos das populações tradicionais.
“Enquanto amazônida, sei que a floresta é parte da nossa vida e cultura. E, como estudante de Serviço Social, entendo que as mudanças climáticas impactam direitos fundamentais dessas populações. Estar nesse evento me permite levar essas questões ao debate internacional e mostrar que a defesa de direitos sociais e ambientais devem caminhar juntas”, afirmou.
Durante sua participação, a aluna pretende destacar a valorização do conhecimento tradicional das comunidades locais, a preservação da floresta e o protagonismo das jovens mulheres amazônidas.
“Essas mulheres têm soluções práticas e inovadoras para enfrentar desafios climáticos e sociais. Suas vozes precisam ser consideradas na formulação de políticas ambientais e de desenvolvimento sustentável”, destacou.
Motivada pela experiência, Ketellen também deixou uma mensagem de incentivo aos colegas da Fametro:
“Acreditem no seu potencial e na força da sua história. As vozes da Amazônia são poderosas e têm muito a contribuir para o mundo. Projetos como o Filhas da Floresta mostram que, quando nos unimos e comunicamos nossas ideias, podemos transformar a realidade e ocupar espaços que antes pareciam inacessíveis.”
