Como médico, você terá o poder de salvar vidas e aliviar o sofrimento de pessoas em momentos de extrema vulnerabilidade. É uma sensação de realização pessoal que simplesmente não tem comparação.
Foi pensando nisso que conversamos com Evelyn Bezerra, acadêmica de Medicina do Centro Universitário Fametro. Com apenas 22 anos e no sétimo período do curso, Evelyn tem uma história muito bacana. Ela veio de muito longe — exatos 12.483 km separam sua cidade natal, Aracaju (SE), de Manaus. Aos 19 anos, ela conquistou uma vaga em Medicina pelo FIES e escolheu a Fametro como sua casa de estudos.
“Está sendo bastante enriquecedor”, começou Evelyn. “A Fametro tem vários diferenciais no curso, e foi isso que me atraiu para estudar aqui. Nós trabalhamos com metodologia ativa.”
Evelyn nos explicou que, desde o primeiro período, os alunos são inseridos no campo de prática. “A gente já começa indo, por exemplo, para as Unidades Básicas de Saúde (UBS). Conforme avançamos nos períodos e módulos, temos aulas teóricas e práticas. É muito dinâmico.”
Um ponto que ela destacou foi o foco em diferentes níveis de atenção à saúde: primária, secundária e terciária. “Essa estrutura hierárquica garante uma assistência completa e integrada aos pacientes. É muito legal!”
Além das aulas, Evelyn participa de dois projetos de extensão que enriquecem ainda mais sua formação. O primeiro é o Medicina em Ação, que leva os alunos até a comunidade rural de Balbina, no município de Presidente Figueiredo.
“Lá, fazemos atividades de saúde e ações lúdicas, além de distribuir cestas básicas e kits de higiene pessoal. Mas tudo começa muito antes: somos nós que arrecadamos esses itens, e isso torna a experiência ainda mais especial.”
O segundo projeto é voltado para a responsabilidade social. Nesse caso, a comunidade é trazida para dentro da Fametro. “Transformamos nossa estrutura de laboratórios em consultórios. Recebemos desde moradores da comunidade até abrigos de idosos e crianças. Todo o atendimento é feito com o auxílio dos nossos professores.”
Evelyn também faz parte de um projeto que ela descreve com orgulho: o OMED – Olimpíada de Medicina do Albert Einstein. A Fametro é o único polo em Manaus e o primeiro do Norte a sediar essa competição.
“A OMED é incrível! Além de proporcionar networking com alunos de outras instituições, é um desafio de equipe. A prova exige conhecimento, aprendizagem, competitividade e trabalho em grupo. É dividida em duas fases, e a dinâmica é muito interessante.”
O detalhe que torna o evento ainda mais especial? Não são só os alunos da Fametro que participam. Universitários de outras faculdades de Medicina de Manaus também se unem para realizar as provas aqui, na Fametro.
Evelyn conclui: “É muito bom fazer parte de tudo isso. São experiências que não só moldam nosso futuro profissional, mas também nos transformam como pessoas.”



