Débora Quezia, acadêmica do quinto período do curso de Farmácia do Centro Universitário Fametro, participou de um intercâmbio na Universidade de São Paulo (USP) e compartilhou sua experiência. Aos 20 anos, ela destacou a importância da oportunidade para ampliar seus conhecimentos acadêmicos e profissionais, especialmente na área de imunologia.
A motivação para participar do intercâmbio surgiu pela chance de estudar em uma das maiores universidades da América Latina e pelo desejo de estabelecer conexões com pesquisadores de renome. “A USP me proporcionou um contato mais profundo com a pesquisa científica, especialmente na imunologia, o que expandiu minha visão sobre o campo”, explicou Débora.
O programa de férias da USP também permitiu a ela conhecer o programa de pós-graduação da universidade, uma oportunidade que ela considera valiosa para seu futuro acadêmico. Além disso, a experiência teve um impacto pessoal significativo, promovendo um maior autoconhecimento e compreensão sobre o papel do farmacêutico na pesquisa científica.
Durante o intercâmbio, Débora percebeu a importância de dar visibilidade aos problemas sociais, econômicos e biológicos que afetam a região Norte do Brasil, especialmente o Amazonas. Ela destacou o exemplo de uma farmacêutica manauara envolvida no desenvolvimento de uma vacina contra a malária. “Essa vivência reforçou a necessidade de levar essas questões para outros estados e de buscar soluções para nossa realidade”, afirmou.
A acadêmica também teve a oportunidade de participar de aulas intensivas de imunologia, conhecer diversas linhas de pesquisa e se envolver diretamente com pesquisadores, o que ampliou seu entendimento sobre a integração entre Farmácia e Imunologia no desenvolvimento de terapias inovadoras. Além disso, Débora estagiou em laboratórios, participou de um projeto e vivenciou uma troca cultural com pessoas de diferentes estados e países.
Para Débora, a experiência reforçou a importância do farmacêutico no cenário científico e mostrou como a área pode ser crucial no desenvolvimento de terapias inovadoras, como imunoterapêuticos e anticorpos monoclonais. Ela também enxergou novas oportunidades em pós-graduação e pesquisa científica, o que a motivou a buscar mais espaços para os profissionais da Farmácia no campo da inovação terapêutica.

