[vc_row][vc_column][mk_fancy_title size=”20″ font_weight=”bold” font_family=”none”]Produto criado por aluno de uma escola de gastronomia de Manaus é um atraente mix de ingredientes regionais[/mk_fancy_title][vc_column_text css=”.vc_custom_1620311095594{margin-bottom: 0px !important;}”]Um dos itens essenciais do café da manhã de um mundaréu de gente mundo afora atende pelo nome de granola. Com quase dois séculos de história, esse composto surgiu nos Estados Unidos por volta de 1830. Desde a criação, mudou bastante. A granola tornou-se conhecida como um mix de aveia, arroz, trigo, milho e centeio, que, ao longo dos anos, foi ganhando aditivos como castanhas e frutas secas, posteriormente misturados a mel ou açúcar mascavo. Numa viagem que fiz a Manaus, descobri uma ótima granola em versão amazônica, bem diferente dessa original.
Desenvolvida pelos alunos do Centro Universitário – Fametro sob a orientação do professor Bruno Raphael Leitão, tem como primeira grande diferença o fato de ser salgada. Sua fórmula, muito equilibrada, combina flocos de tapioca, coco desidratado, castanha da Amazônia seca, raiz de cará-roxo desidratado, tucumã desidratado, azeite e sal.
Esse foi um trabalho acadêmico lançado na 1ª Feira de Inovação e Tecnologia da faculdade.
“Foram seis meses de dedicação à pesquisa para o desenvolvimento de novos produtos a partir de insumos Amazônicos“, explica Leitão.
Tive a oportunidade de provar o produto duas vezes. Para surpresa de quem gosta da versão açucarada, a salgada funciona muito bem até com iogurte no café da manhã. Também valoriza saladas quando adicionada a elas.
A granola amazônica, que acaba de ganhar uma versão doce, custa 75 reais o quilo e tem validade de 90 dias. Pode ser encontrada empacotada a vácuo em tamanhos de 250 gramas, 500 gramas e 1 quilo. Os pedidos podem ser feitos via pelo WhatsApp (92) 98409-8882.
A promessa é que chegue na casa do comprador por Sedex em apenas 3 dias.
[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator color=”blue”][vc_column_text css=”.vc_custom_1620311122929{margin-bottom: 0px !important;}”]Fonte:
https://vejasp.abril.com.br/blog/arnaldo-lorencato/descoberta-uma-otima-granola-amazonica/[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
