Acadêmicos do curso de Direito da Faculdade de Tecnologia da Amazônia (FATEC), integrante do Grupo Fametro, realizaram atividades de extensão em duas escolas públicas da zona Norte de Manaus durante o mês de março. As ações aconteceram na Escola Municipal Gilberto Rodrigues dos Santos e na Escola Estadual Professor Roberto dos Santos Vieira.
Situada na Avenida Margarita, Quadra 60, nº 5, bairro Nova Cidade, a FATEC levou seus alunos para uma vivência que uniu conhecimento jurídico, transformação social e troca de saberes com mais de 450 estudantes da rede pública de ensino.
As atividades de extensão aconteceram em março, na Escola Municipal Gilberto Rodrigues dos Santos e na Escola Estadual Professor Roberto dos Santos Vieira, com palestras voltadas para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Temas como Cidades e comunidades sustentáveis, Trabalho decente e crescimento econômico, Redução das desigualdades e Paz, justiça e instituições eficazes nortearam os debates.
Para Cláudia Moraes, acadêmica do 5º período de Direito, a experiência foi marcante e abriu portas para reflexões:
“Acredito que, para a comunidade, foi muito importante ter esse contato com os acadêmicos. Compartilhar experiências e aprendizado pode inspirar muitos estudantes a sonharem com o ensino superior. Para nós, também foi um momento de perceber o quanto o mercado de trabalho exige preparo e visão crítica”, destacou.
Cláudia também ressaltou o impacto da ação no público escolar:
“A atividade despertou o desejo em muitos alunos de conhecer mais sobre a área jurídica. Acredito que alguns já se imaginaram cursando Direito. E quem sabe, futuramente, não escolham justamente a Fametro para isso? Afinal, foi a primeira instituição com a qual tiveram contato.”
A coordenadora do curso, Dra. Cristiane Gomes, liderou a mobilização ao lado dos professores Amazônia Paiva Lopes Marinho, Alessandro Alves Melo, André Luiz de A. Ferreira, Francisco de Castro Alves Netto e Paulo Ricardo M. Wendling. Todos atuaram ativamente na orientação dos alunos durante a atividade.
Graciane Andrade, do 6º período noturno, também compartilhou sua perspectiva:
“As atividades de extensão são valiosas não só para nós, acadêmicos, mas também para a comunidade. Levar conhecimento por meio de temas que aprendemos em sala é enriquecedor para ambos os lados.”
Quando questionada sobre o impacto direto nas escolas, Graciane não teve dúvidas:
“Sempre há impacto. O público se mostra curioso, interessado, faz perguntas. E é gratificante saber que conseguimos dialogar com eles com base no que já aprendemos. Isso mostra que estamos no caminho certo.”
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