Egresso de Biomedicina da Fametro, Mateus Barros teve seu trabalho de mestrado premiado no 14º Curso de Inverno em Imunologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo (FMRP-USP).
No curso, realizado em julho, os participantes apresentaram projetos de iniciação científica ou mestrado em andamento. Ao final, os melhores trabalhos são selecionados e ranqueados conforme vários critérios de avaliação científica, composta por mestres e doutores do Programa de Pós-Graduação em Imunologia Básica e Aplicada (PPG-IBA) da USP.
Pesquisa desenvolvida no Hemoam
O trabalho apresentado por Mateus foi: “Investigando o papel das células T não convencionais na Leucemia Linfoblástica Aguda de células B: Avaliações preliminares de células NKT, células MAIT e células T γδ”.
Segundo ele, o trabalho é uma pesquisa desenvolvida na Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) com pacientes pediátricos diagnosticados com Leucemia Aguda de células B, um câncer de sangue muito frequente na infância.
“Nesse estudo, nós avaliamos a resposta do sistema imunológico desses pacientes contra o tumor por meio de técnicas específicas laboratoriais, usadas para identificar células de defesa (linfócitos T) que reagem ao crescimento e proliferação de células leucêmicas na medula óssea e no sangue”, explica.
A premiação contemplou Mateus com um certificado de Melhor Apresentação na Categoria Mestrado emitido pela FMRP-USP.
Mestrado
Mateus Barros concluiu o curso de Biomedicina da Fametro em dezembro de 2021 e colou grau no dia 7 de março deste ano.
Atualmente, ele é aluno de mestrado pelo Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Amazonas (ICB-UFAM) e ingressou no Programa de Pós-Graduação em Imunologia Básica e Aplicada (PPG-IBA/UFAM).
“Ter ganhado essa honraria foi importante para mim, pois mostra que mesmo diante das dificuldades que nós pesquisadores, sejam alunos de iniciação científica, Mestrado ou Doutorado enfrentamos, ainda assim conseguimos fazer ciência de alto nível aqui no HEMOAM e no Estado. Esse reconhecimento é a prova disso. Fiquei muito feliz em ter representado nosso grupo de investigação do HEMOAM e divulgado um pouco do que fazemos por aqui. A ciência é para todos”, declarou.
