Parintins, uma cidade localizada no coração da Amazônia, é palco de um dos festivais folclóricos mais grandiosos e emblemáticos do Brasil: o Festival Folclórico de Parintins. Este evento anual, que ocorre no último fim de semana de junho, é uma celebração da rica cultura e tradição amazônica, atraindo milhares de visitantes de todo o país e do exterior.
O festival é marcado por uma acirrada competição entre dois bois-bumbás, o Caprichoso e o Garantido, que encantam o público com suas performances vibrantes, cores deslumbrantes e enredos emocionantes. A Fametro, reconhecida instituição de ensino superior, sempre demonstrou seu apoio aos eventos culturais e possui três de seus bolsistas desempenhando papéis oficiais nos bois.
No boi Caprichoso, temos Marcela Marialva, estudante bolsista da Fametro, que com sua elegância e alegria conduz o estandarte durante os espetáculos, encantando a plateia. Já no boi Garantido, temos Adriano Paquetá, também estudante bolsista da Fametro, desempenhando o importante papel de pajé, responsável pelo ritual de ressurreição do boi, trazendo uma atmosfera mística e espiritual para o festival.
Além disso, contamos com Edmundo Oran, outro estudante bolsista da Fametro, que se destaca como o carismático apresentador do boi Caprichoso. É inspirador ver esses talentosos estudantes da Fametro brilhando e contribuindo para a grandiosidade do Festival Folclórico de Parintins.
O Festival Folclórico de Parintins é composto por diversos itens que se enquadram em três blocos: ‘A – Comum/Musical’, ‘B – Cênico/Coreográfico’ e ‘C – Artístico’. Cada um desses itens desempenha um papel fundamental na magia do festival e é avaliado de acordo com seus méritos específicos.
Entre os itens em destaque, temos o levantador de toadas, responsável por contar e cantar as histórias dos bois, embalando o público com suas vozes envolventes que ecoam pelo Bumbódromo durante os três dias de festival. Os grupos de marujada e batucada também desempenham um papel crucial, embalando o Caprichoso e o Garantido com harmonia, cadência, ritmo e constância.
Além disso, não podemos deixar de mencionar o impactante ritual indígena, que traz para a arena a encenação dos típicos rituais indígenas, envolvendo teatralização, criatividade, beleza, originalidade e efeitos especiais. Os povos indígenas parintinenses também têm seu lugar de destaque, apresentando coreografias que requerem sincronia de movimentos, expressões cênicas, danças e uma explosão de cores.
Dentre os muitos outros itens que compõem o festival, destacam-se a porta-estandarte, o amo do boi, a sinhazinha da fazenda, a rainha do folclore, a cunhã-poranga, o boi-bumbá evolução, as alegorias desempenham um papel essencial, sendo grandes estruturas e plataformas que apresentam personagens e elementos fundamentais para a encenação folclórica.
O Festival Folclórico de Parintins é uma celebração cultural única que envolve uma variedade de itens e performances. Dentre eles, destacam-se:
Item 17 – Lenda Amazônica: Uma lenda amazônica é cuidadosamente selecionada para ser encenada na arena, com destaque para a estrutura artística e alegórica. Os méritos avaliados incluem a imaginação, envolvimento, porte cenográfico e a qualidade da encenação.
Item 18 – Vaqueirada: Um grupo de vaqueiros protege o boi, com um mínimo de 30 e máximo de 40 integrantes. Os critérios avaliados são a beleza e a coreografia apresentada pelo grupo.
Item 19 – Galera: O público das arquibancadas, conhecido como galera, é essencial para a atmosfera festiva. Eles devem estar animados, coreografados e com as toadas (músicas) na ponta da língua. Os méritos avaliados incluem a alegria, energia contagiante, sincronia, garra, evolução e empolgação demonstrados pela galera.
Item 20 – Coreografia: Este item refere-se a todas as coreografias apresentadas durante o espetáculo. Os critérios de avaliação incluem a dinâmica, criatividade nos movimentos, ritmo e sincronia dos dançarinos.
Item 21 – Organização do Conjunto Folclórico: Esse item diz respeito ao planejamento e à disposição dos itens de cada agremiação na arena. Os méritos avaliados incluem a disposição harmônica das diversidades presentes, como tribos e itens individuais, a liberdade de movimentos na arena e o tempo compatível com as apresentações.
Esses itens, juntamente com os estudantes bolsistas da Fametro, como Marcela Marialva, Adriano Paquetá e Edmundo Oran, contribuem para a grandiosidade e a magia do Festival de Parintins, preservando as tradições culturais e encantando o público com seu talento e dedicação.
