Você sabia que cães e gatos também podem desenvolver doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer? No calendário das cores da saúde, o Fevereiro Roxo é o mês da conscientização sobre doenças neurodegenerativas, a campanha alerta para os cuidados com animais idosos, que representam 20% da população pet no Brasil, segundo o Instituto Pet Brasil.
O aumento da expectativa de vida dos pets, graças aos avanços na nutrição, medicina veterinária e cuidados preventivos, trouxe um novo desafio para os tutores: as doenças ligadas ao envelhecimento. Entre elas, a Síndrome da Disfunção Cognitiva Canina (SDC), conhecida popularmente como Alzheimer canino.
De acordo com a Dra. Marina Brolio, médica veterinária e coordenadora do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Fametro, a doença apresenta sintomas comportamentais muito semelhantes ao Alzheimer humano.
“Os tutores percebem que o pet fica mais distante, interage menos, tem dificuldade para reconhecer pessoas e até mesmo seu próprio dono. Em casos avançados, ele pode inverter o ciclo do sono, dormindo o dia inteiro e ficando agitado à noite, além de apresentar vocalização excessiva e desorientação”, explica.
Outro sintoma que costuma gerar dúvidas nos tutores é quando o animal, que sempre fez suas necessidades no local adequado, passa a urinar e defecar fora do lugar. Esse comportamento, muitas vezes interpretado como “birra” ou “desobediência”, pode, na verdade, ser um sinal da SDC.
Embora não tenha cura, a doença pode ser prevenida e controlada. O diagnóstico precoce, aliado a suplementos, vitaminas e nutracêuticos, ajuda a retardar a progressão e melhorar a qualidade de vida do pet.
Por isso, se seu cão ou gato tem mais de sete anos, é essencial realizar um check-up veterinário regular. Consultas periódicas permitem a identificação precoce de doenças que, quando tratadas a tempo, aumentam as chances de um envelhecimento saudável e com bem-estar.
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