[vc_row][vc_column][mk_fancy_title size=”30″ font_family=”none”]Marcela Martins idealizou a máquina durante intercâmbio em SP pela Fametro e, de volta a Manaus, conseguiu transformar o protótipo em uma chance de realizar o sonho de abrir um negócio próprio.[/mk_fancy_title][vc_row_inner][vc_column_inner width=”1/2″][mk_image src=”https://noticias.fametro.edu.br/wp-content/uploads/2021/04/imagem_2021-04-15_171540.png” image_size=”full”][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/2″][vc_column_text css=”.vc_custom_1618522174785{margin-bottom: 0px !important;}”]A tapioca é um dos pratos regionais do Norte mais consumidos no Brasil. Da mesma forma que o “acaí em frozen” se popularizou no mundo, a “tapioca em cone” está caindo no gosto de muitos manauaras. Idealizado pela empreendedora Marcela Martins durante um intercâmbio em São Paulo em 2016, a “Konioca” consegue fabricar tapiocas em formatos de cone e adicionar diversos sabores regionais e tradicionais no prato. A tapioca em cone busca conquistar o mercado com uma nova experiência de consumir.[/vc_column_text][/vc_column_inner][/vc_row_inner][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=”.vc_custom_1618522169085{margin-bottom: 0px !important;}”]O trabalho de desenvolvimento do primeiro protótipo começou em São Paulo, no Polo de Engenharia onde foram realizados diversos trabalhos desenvolver a máquina, porém sem sucesso. Voltando para Manaus em 2017, com a indicação de um amigo, um torneiro mecânico começou a trabalhar no projeto. Nesse momento o protótipo começou a criar forma na parte estrutural, porém ainda não havia um cone para dar forma. Além disso, a fabricação era de forma manual, não havia parte elétrica.
Em uma viagem de estrada de Belo Horizonte (MG) para Búzios (RJ), Marcela percebeu que havia muitos sítios e fazendas com vendas de panelas teflonadas e de alumínio, e ali viu que poderia desenvolver seus cones. A empreendedora decidiu então morar em Belo Horizonte, e durante a busca de um apartamento acabou encontrando uma tornearia, onde conheceu Paulo. Juntos, começaram a desenvolver e fazer os testes dos cones que duraram quatro meses. Após conseguirem o formato do cone, surgiu outro desafio: a forma de aquecimento não era ágil e prática como Marcela havia idealizado.
Em outubro de 2018, Marcela foi orientada por um amigo engenheiro a procurar a INOVA, uma empresa júnior da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde conseguiu apoio para fazer melhorias na máquina. Ao longo de um ano na INOVA, a Konioca finalmente já estava no caminho certo e no modelo que havia pensado em 2016, sendo entregue em novembro de 2019.
De volta para Manaus, em 2019, começou a procurar uma empresa para capaz de replicar o protótipo e buscar novas melhorias para a máquina. E por indicação de um amigo, conheceu o Alexandre, proprietário de uma empresa de automação. Após a apresentação do projeto, eles firmaram a parceria para a produção de uma máquina automatizada da Konioca. Passou por desenvolvimento e automação do processo, tornando-se o equipamento disruptivo e inovador que é hoje.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][mk_blockquote font_family=”none”]Hoje, a Konioca representa um sonho que se tornou um negócio, um negócio de superação, inovação e tapioca.[/mk_blockquote][/vc_column][/vc_row]
