[vc_row][vc_column][vc_column_text]Uma das profissões mais demandadas e indispensáveis nesse período de pandemia de Covid-19 tem sido a dos médicos. Lutando na linha de frente contra a doença, eles têm sido incansáveis. O exemplo dado por profissionais tem servido de inspiração para quem está se preparando para exercer a Medicina no futuro.
O sentimento de gratidão pelos que estão lutando para ajudar o máximo de pessoas nos hospitais é compartilhado pela estudante Bruna Moraes. Ela cursa o oitavo período de Medicina na Fametro e acredita que a pandemia mostrou que ser médico é uma profissão especial. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/6″][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_column_text css=”.vc_custom_1612790429954{margin-bottom: 0px !important;}”]
“É necessário atuar com humanidade e empatia. Trabalhar com amor e cuidado, pois nem sempre o médico vai poder curar. Em alguns casos podemos apenas oferecer o melhor tratamento, qualidade de vida e conforto”, afirmou.
[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/4″][mk_image src=”https://noticias.fametro.edu.br/wp-content/uploads/2021/02/bruna.jpg” image_size=”medium” title=”Bruna Moraes. Fotos: Divulgação”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=”.vc_custom_1612790567221{margin-bottom: 0px !important;}”]Bruna tem como inspiração na profissão a tia-avó, Maria Helen Pedrosa, que era médica ginecologista e obstetra. “Penso em seguir outra especialidade, mas a dedicação que ela tinha são exemplos que quero seguir”.
Como ainda não podem exercer a profissão, as estudantes têm procurado ajudar de outras maneiras. Elas têm se envolvido em campanhas solidárias para arrecadação de doações para os hospitais e para as famílias de pacientes. “É uma forma, mesmo que pequena, de ajudar
quem está trabalhando incansavelmente pela cura e os que sofrem com a incerteza de não saber se o seu parente irá retornar para casa”, ressalta Bruna Moraes.
Linha de frente
Elisa Carreteiro Gamboa, que está no sétimo período do Curso de Medicina da Fametro, conta que a pandemia reforçou ainda mais o seu desejo e convicção de ser médica e ajudar quem precisa. “Se eu pudesse, com certeza estaria atuando na linha de frente de combate à doença”, disse. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/6″][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_column_text css=”.vc_custom_1612790687022{margin-bottom: 0px !important;}”]
Segundo Elisa, fazer Medicina sempre foi o seu desejo. “Acho uma profissão linda. Ajudar o próximo é algo que eu sempre procurei realizar e quando me formar vou poder fazer isso a muito mais pessoas”, destacou.
[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/4″][mk_image src=”https://noticias.fametro.edu.br/wp-content/uploads/2021/02/eliza-carreteiro.jpg” image_size=”medium” title=”Elisa Carreteiro Gamboa”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=”.vc_custom_1612790695381{margin-bottom: 0px !important;}”]Para a estudante, a Medicina é um chamado. O que tem acontecido nessa pandemia serve como um choque de realidade para médicos e estudantes da área, diz ele. “Quem decidiu estar nos hospitais todos os dias, encarando todos os problemas que têm acontecido, vendo a morte de perto, e mesmo assim não desistiu, é porque realmente nasceu para isso. O mesmo vale para os estudantes de Medicina. No futuro, o nosso trabalho será muito importante para a sociedade”, frisou. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
