Segundo Spitzer (2002), palhaços têm trabalhado em hospitais desde o tempo de Hipócrates. Contudo, somente em 1908, encontra-se registro desse modo de atuação em uma edição do Le Petit Journal. Outro marco histórico que merece destaque é a trajetória bastante conhecida do Dr. Patch Adams que, há mais de três décadas, passou a adotar a arte do palhaço nos contatos com seus pacientes.
Cabe ressaltar, ainda, a apresentação do Big Apple Circus em um hospital na cidade de Nova Iorque, em 1986. Após o evento, decidiu-se criar o The Big Apple Circus Clown Care (BACCC), o que originou diversas iniciativas semelhantes (MASSETTI, 2003).
No dia 26 de novembro, o Curso de Psicologia do Centro Universitário Fametro realizará uma palestra com Kennedy Ferreira, Psicólogo Clínico e Fundador do Projeto “Acadêmicos da Alegria” – Humanização através da Arte, a partir das 19h, no Miniauditório da Unidade 5.
A prática da palhaçoterapia no Brasil iniciou em 1991, trazida de Nova Iorque por Wellington Nogueira, que trabalhou na Clown Care Unit e aqui fundou os “Doutores da Alegria”, organização da sociedade civil, que influenciou muitos outros grupos, tanto na prática quanto na pesquisa da palhaçoterapia.
