DIA DO NUTRICIONISTA
O Centro Universitário FAMETRO parabeniza seus profissionais do curso de Nutrição e claro, os futuros nutricionistas que garantem o crescimento e desenvolvimento do equilíbrio de nossas vidas e saúde.
DEPOIMENTOS DOS FORMANDOS
“Tenho um sentimento de gratidão por ter conseguido chegar até aqui, e meu amor por nutrição significa tudo, nutrição é a minha vida”, formanda Israely Almeida.
“A nutrição para mim é vida, para todos nós que estamos nos formando é gratificante esse momento e sempre vai ser. A nutrição é muito importante ao ser humano, não cuida apenas da alimentação, mas sim do acompanhamento que a pessoa tem com a nutrição. A nutrição não é apenas para quem tem dinheiro ou quer cuidar do corpo, a nutrição é para todos, de suma importância”, formanda Ivane Palheta.
MÊS DO ALEITAMENTO MATERNO: AGOSTO DOURADO
Segundo o Ministério da Saúde, o leite materno é o alimento ideal para todas as crianças e pode garantir o desenvolvimento saudável do bebê até os dois anos de vida. É rico em proteínas, possui coloração amarelada e é o responsável pela primeira imunização do bebê. A campanha tem como objetivo alertar para a importância da amamentação. Segundo especialistas, o leite materno é fundamental para a saúde dos bebês nos primeiros seis meses de vida, pois possui diversos componentes nutritivos.
Para saber e entender um pouco mais sobre o mês de aleitamento materno, batemos um papo com a Coordenadora do curso de Nutrição, MSc Esther-Léa Azulay, para explicar sobre como a profissão de nutricionista é o responsável pela alimentação em todas as faixas etárias.
Ela explica qual o papel do nutricionista no aleitamento materno. “Apesar da lactação ser um processo natural, o aleitamento materno requer uma destreza, que às vezes, deve ser aprendida tanto pela nutriz como pelo lactente. Este suporte profissional do nutricionista deve ser prestado durante o controle do pré-natal, durante o parto, no puerpério e na primeira infância”, afirmou.
A amamentação traz vários benefícios para o bebê e a mãe, como por exemplo:
Maior contato com a mãe.
Melhora a digestão e minimiza as cólicas.
Desenvolve a inteligência quanto maior o tempo de amamentação.
Reduz o risco de doenças alérgicas.
Diminui as chances de desenvolver doença de Crohn e linfoma.
Estimula e fortalece a arcada dentária.
Previne contra doenças contagiosas, como a diarreia.
Mas por que existe um baixo índice de aleitamento materno? Verifica-se que o principal motivo para o desmame precoce é a inserção da mulher no mercado de trabalho, ou seja, menos tempo dedicado à família associado com a urbanização, gastando várias horas do dia com o trajeto trabalho/casa, a falta de orientação por parte dos profissionais, a falta de incentivo familiar e da sociedade, influenciando erroneamente em edemas, dores na axila, febre e fissuras mamilares provocadas durante o aleitamento materno, levando a mãe a desistir de amamentar, muitas vezes, antes do primeiro semestre.
A coordenadora do curso explica que esse quadro faz parte da vida de muitas mulheres e seus filhos, gerando uma série de consequências para ambos. “As crianças apresentam uma maior taxa de morbidade e de hospitalizações, já a mãe tem um maior risco de desenvolver neoplasias de mamas e ovários, fraturas ósseas e de morte por artrite reumatoide. Portanto, percebe-se que deve haver um conjunto de medidas para melhorar essa situação, desde o treinamento de profissionais da saúde até o apoio familiar, para proporcionar uma melhoria na qualidade de vida da mãe e do bebê”, declarou.
Setor de Comunicação – FAMETRO
Gustavo Sanpi