O dia 10 de outubro é o Dia Mundial da Saúde Mental, que foi instituído em 1992, pela Federação Mundial de Saúde Mental, com o objetivo de promover uma oportunidade anual para aumentar o conhecimento público sobre saúde mental e de realizar roda de conversas, palestras e diálogos para se encontrar soluções, para os problemas relacionados com a saúde mental e coordenar esforços na luta contra esta realidade.
Esse dia visa chamar a atenção pública, para a questão da saúde mental global, e identificá-la como uma causa comum a todos os povos, ultrapassando barreiras nacionais, culturais, políticas ou socioeconômicas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS), considera a saúde mental uma prioridade e defende que a questão da saúde mental não é estritamente um problema de saúde. A Política Nacional de Saúde Mental é amparada pela lei 10.216/02, que busca consolidar um modelo de atenção à saúde mental, aberto e de base comunitária, que garanta a livre circulação das pessoas com transtornos mentais pelos serviços, nas comunidades e cidades, além de oferecer cuidados com base nos recursos que a comunidade oferece.
O coordenador do curso de Psicologia do Centro Universitário FAMETRO, Diego Cavalcante, destacou alguns pontos importantes sobre esse dia, que é extremamente importante para a sociedade, pois tem o objetivo de conscientizar as pessoas, quanto a importância de se manter e se trabalhar a saúde mental. “Hoje a própria Organização Mundial de Saúde, cita que um dos grandes males da sociedade contemporânea, são doenças referentes a questões mentais, como: depressão e ansiedade”
Ele ainda destacou de que forma devem ser trabalhadas a prevenção e como alertar a sociedade. Através de “trabalhar o bem-estar do sujeito, tendo ações, relações e atitudes que tragam um bem-estar para o sujeito, com relações sociais saudáveis. Ter contato com amigos e familiares e que essas relações interpessoais sejam de uma forma saudável e não de uma forma tóxica, e a sociedade tem que estar em alerta, para que ela não seja um fator de indução a doença mental, ou seja, a sociedade tem que estar preocupada em também invocar alertas. Situações que possam ser promotoras dessa saúde mental e trabalhar justamente, ao contrário da discriminação e dos preconceitos que isso é algo social. Então que as pessoas devam ter muita conscientização em entender as diferenças, afinal, isso é o que hoje na nossa sociedade tem se debatido muito, que é justamente o respeito as diferenças individuais do sujeito”.
Agência Experimental de Comunicação – FAMETRO
Texto: Kátia Bastos
