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    O Jogo Sempre Muda.

    Ana ClarissaBy Ana Clarissa27/02/2026Nenhum comentário3 Mins Read
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    Por: Igor Menezes Cordovil é Gestor de Marketing & Inteligência de Mercado do Grupo FAMETRO, Especialista em Política e Estratégia pela Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG), e MBA em Marketing, Consumo e Neurociência pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS).

    Há algumas semanas recebi um meme com aquelas frases reflexivas que eu gostaria de ser o autor e acima da superfície rasa dos plágios de malandro que acha que apenas a mãe dele pôs o filho inteligente no mundo. Aliás, são raras as oportunidades em que algo vindo das redes sociais seja útil, e vez ou outra aparece algo certeiro. O meme dizia: “ninguém que tentou me prejudicar tem uma vida que eu admiro”. E não é que é verdade?

    Acredito que todo mundo neste planeta já foi prejudicado por alguém. Se não foi, pode escrever que um dia será. Geralmente, essa turma do bullying desconta a raiva que passa em casa com pai e mãe, marido, esposa, ficante, irmão, colega de trabalho, etc. Todas essas frustrações são explicadas, de maneira muito prática e resumida, como carências (de todos os tipos) que não me vem ao caso explicar. Como nada é escondido hoje em dia, basta acessar as redes sociais e a gente entende o problema. O excesso, contrário da carência, também é prejudicial. Entretanto, o ponto não é analisar traumas e sim o contexto geral, e quando paramos para exercitar a observação para analisar comportamentos, a revelação vem em forma de alívio, pois, no fim das contas, a boca sempre fala do que o coração está cheio. Tire suas conclusões e culpe o jogo, não o jogador. Quem prejudica, na maioria das vezes, é sempre tão vazio por dentro quanto uma casa abandonada e tão raso quanto uma poça de lama. Você admiraria alguém assim? Provavelmente, não. Ostentação não simboliza riqueza e a própria riqueza, para quem compreende seu real sentido, tem a ver com liberdade – a menos que você venda rifa virtual e deseje conhecer o xilindró para valorizar o trabalho honesto, além da própria liberdade. Como já disse uma vez: certo é certo, errado é errado e a verdade sempre aparece. 

    Mais que a inteligência, a intuição é a melhor ferramenta de prospecção da verdade, sobretudo no outro. Intuição é experiência e, ao mesmo tempo, razão. 

    Você observa, entende e aprende. Agora, se você for quem prejudica, pense bem, porque a maldade tem volta e o retorno costuma vir em forma de consequências, no plural. Muitas delas insuportáveis porque a vida bate onde dói: no que nos torna infelizes.

    O ser humano gosta de tratar a vida como jogo de perda ou ganho em vez de exercício de aprendizado constante para manutenção do equilíbrio, da harmonia e da felicidade. Nada de ruim é eterno para ser lamentado, nem bonito para ser admirado. E, se ainda assim for lembrado, será com o propósito de nunca mais ser repetido. Se enxergamos a vida como jogo, é bom lembrar que todo jogo muda. Há sempre alguém mais rápido e melhor adaptado. As posições mudam e quem agora derruba, amanhã pode ser derrubado.

    exercício de aprendizado liberdade ser humano
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    Ana Clarissa

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