Saber contar histórias é um dos recursos mais valiosos da boa comunicação. Histórias interessantes, envolventes e, principalmente, curtas.
Quase todo mundo gosta de ouvir uma boa história de vez em quando. Perceba: curta e de vez em quando. Nada de se transformar em um contador compulsivo. Ninguém aguenta um “conversador noveleiro”. Se você insistir em narrativas longas demais, não vai demorar para que os ouvintes se desmotivem e torçam para que tudo termine logo.
Por melhor que seja a história, se for extensa e cansativa, evite contar. Comunicação eficaz também é saber a hora de parar.
O melhor laboratório para testar suas histórias e tiradas espirituosas é em casa ou com os amigos. Fique atento: se não funcionar com eles, dificilmente funcionará em outros ambientes.
Outro cuidado importante é não sair repetindo histórias que todos já ouviram inúmeras vezes. Quando se tornam previsíveis, perdem o encanto. As melhores narrativas são aquelas que você encontra em leituras de livros, jornais, revistas, redes sociais ou em filmes, peças de teatro e conversas do dia a dia. Essas costumam ser diferentes e despertam maior interesse.
Se, ainda assim, decidir contar uma história já conhecida, use a criatividade. Dê a ela uma nova abordagem, uma roupagem mais atraente, de forma que pareça inédita, como se estivesse sendo ouvida pela primeira vez.
Boa comunicação não é falar muito. É saber encantar no tempo certo.
